domingo, 28 de setembro de 2008

Jantar caseiro



Entrada: salada com folhas diversas (importadas da África do Sul, que nem precisa lavar), kani, ricota temperada (também da África do Sul) e molho.

Prato principal: massa em forma de chapéu ao molho branco e peito de frango grelhado.

Bebida: champangne e vinho branco.

Parece coisa de restaurante, né? Nada! jantar em casa. Com direito a trilha sonora escolhida por mim e mesa reservada para apenas duas pessoas.

Essa viagem da Isabela foi real e deliciosa!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

eita saudade...

Hoje cheguei no escritório, comecei a trabalhar e liguei o som do meu computador, como faço diariamente.

Hoje resolvi não escolher o que escutar e deixar que o Media Player o fizesse...e caiu justamente no forró de Flávio José! Nem lembrava que eu tinha essas músicas no meu hd e nem me lembro como elas vieram parar aqui.

Só sei que deixei tocar todas as músicas, e deu uma sauuuuuuuuuudade de casa! E olha que eu nem gosto muito de forró....mas como eu comentei no post anterior, tem coisas que nos ligam às nossas raizes, à nossa terra...e não teve jeito, bateu a saudade de tudo e de todos.

Queria uma tapioca, água de côco em Ponta Negra, cuzcuz da Dona Telma, praia, liberdade, tudo que tenho em casa. Fogo!

Fica aqui a minha dica para que os que estão em casa, aproveitem o fim de semana com as coisas que nos enche a alma.

Mais uma viagem da Isabela....

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

De Igual pra Igual


Como é bom falar de igual pra igual com alguém.


Depois de dois anos morando fora e convivendo com pessoas de vários lugares do Brasil e de outros países, já não me surpreendo quando me sinto em casa ao falar com um conterrâneo, ou pelo menos alguém da sua região. Saber que alguém é nordestino, natalense ou pernambucano faz com que tenhamos a impressão de já conhecer alguma coisa sobre ele. E de fato conhecemos.


Dividimos costumes, lugares, fatos, músicas, cheiros, toda uma cultura que com poucas palavras você consegue que o outro entenda e sinta exatamente a mesma coisa que você.


Para os natalenses, por exemplo, não preciso explicar quanto é bom tomar sorvete na Tropical ou comer tapioca com ginga na Redinha. Para os que não são de lá, tenho que primeiro explicar o que danado é tapioca com ginga!


Já os pernambucanos, me entendem quando falo da mesma tapioca, só que no Alto da Sé em Olinda...e por ai vai, cada lugar com as suas particularidades, ligando as pessoas que vivenciam isso.


Outro dia me senti da mesma forma quando no meio de uma reunião, na qual estavam presentes vários profissionais de diferentes áreas, só uma palavra e um olhar fez com que a outra arquiteta entendesse o que eu estava falando e me ajudasse defender a minha idéia. Nesse caso é o linguajar próprio que nos identifica e une. No caso das profissões somam-se os conceitos e as "verdades universais" que entre os seus, não precisam ser explicadas - estão subentendidas e não necessita mais discussão. Assim nos identificamos. Nós arquitetos sabemos que uma cama de casal nunca poderá estar encostada na parede, isso é fato, não se discute. Entretanto, para outro profissional talvez ainda caibam questionamentos sobre a possibilidade de encostá-la na parede. Como é bom ter essas verdades e essas certezas e com um simples "não dá!" está resolvido.


Sempre gostei de conhecer pessoas com outras profissões e saber como é o dia-a-dia delas. Mas hoje sei que ser igual a alguém nesse tocante, também me faz sentir muito bem. Assim como os fatos, lugares, músicas, cheiros e memórias unem a gente, nossa profissão também é mais um elo.


mais uma viagem da Isabela...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Apresentando a cara da Isabela


Os meus contatos do MSN já me conhecem como Isabela. Agora me apresento aos novos amigos do Blog.

Essa é a minha cara, quando não quero ser eu mesma. Às vezes cansa ser sempre a mesma pessoa. Será que só eu passo por isso? Aconselho todo mundo a tentar mudar de identidade, por pelo menos um dia.

A foto é de um amigo meu, Juan. Americano de pais mexicanos, estudou comigo na Espanha, é arquiteto e artista plástico. Esse foi o convite para uma de suas exposições em Portugal. Quem quiser ver as fotos dele é só acessar o endereço: http://www.flickr.com/photos/txangoblanco

Não sei porque, mas me apeguei muito a essa foto e como o nome dela é Isabela, resolvi que essa seria eu. Assim me disfarço virtualmente.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Chegada ao Rio




SAMBA DO AVIÃO
Tom Jobim
Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades
Rio, teu mar
Praia sem fim
Rio, você foi feito prá mim
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de um minuto estaremos no Galeão

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto, vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando
E vamos nós pousar

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro


Para os que estão morando em Angola, essa música traduz os minutos finais de uma viagem de 07 horas que nos traz de volta ao nosso Brasil. A emoção é tanta que nem me importo de bater palma assim que o avião aterrisa, (costume angolano).

Do Rio ainda tenho mais 4 horas de vôo até Natal. Mas isso não importa! Já me sinto em casa. Coisa boa é voltar.